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Dia Internacional do Livro Infantil

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Como bibliotecária e usuária assídua de bibliotecas públicas desde tempos remotos!!!
Não poderia deixar passar em branco um dia tão importante para a leitura, leitores, bibliotecas e afins...O LIVRO INFANTIL!!!
Como sei e recomendo esse hábito para todas as pessoas, todas as idades...a literatura infantil é muito importante...até antes da alfabetização, o incentivo a leitura é recomendado!!!
Achei esse texto no facebook e o compartilharei!!!
Ah!!tem algumas imagens que eu achei lindas, selecionei e as compatilharei tb...


"Como pai (ou mãe), você é a pessoa que mais influencia na educação de seus filhos. Um dos seus (muitos) papeis é ajudá-los a aprenderem e a gostarem de ler.

Aqui estão algumas sugestões sobre como você pode ajudar a tornar a leitura uma experiência positiva, desde cedo.

1. Escolha uma hora bem calma
Com as crianças, nós sabemos que há “horas calmas” e “horas agitadas”. Procure um lugar e uma hora calmos e sente-se com um livro. Dez a quinze minutos por dia é suficiente.

2. Faça da leitura um prazer
A leitura precisa ser algo prazeroso. Sente com seu filho. Tente não fazer pressão se ele ou ela estiverem indispostos. Se a criança perder interesse, faça algo diferente.


3. Mantenha o fluxo
Se ele pronunciar uma palavra errada, não interrompa imediatamente. Ao invés disso, dê a oportunidade para autocorreção. É melhor ensinar algumas palavras desconhecidas para manter o fluxo e o entendimento da frase do que insistir em fazê-lo pronunciar o som exato das letras.

4. Seja positivo
Se a criança diz algo quase certo no início de uma frase, tudo bem. Não diga “Não, está errado”, mas sim “Vamos ler isso aqui juntos” e dê ênfase às palavras quando pronunciá-las. Aumente a confiança da criança com dizeres positivos a cada pequena melhoria que ela conseguir. “– Muito bom! Você aprende rápido!” “– Certo! Você é muito inteligente” etc.

5. Sucesso é a chave

Pais ansiosos para que seus filhos progridam podem, erroneamente, dar livros muito difíceis. Isso pode causar o efeito oposto ao que eles estão esperando. Lembre-se “Nada faz tanto sucesso quanto o sucesso”. Até que seu filho tenha adquirido mais confiança, é melhor continuar com livros fáceis. Pressioná-lo com um livro com muitas palavras desconhecidas não vai ajudar, muito pelo contrário. Não haverá fluxo, o texto não vai ser entendido e provavelmente a criança vai se tornar relutante com a leitura. Então dê prioridade a livros de acordo com a faixa etária de seu filho. Há livros para crianças de 2 anos
6. Visite a Biblioteca
Encorage seu filho a retirar livros na biblioteca pública. Leve-o até lá e mostre, com calma, tudo que ele precisa.

7. Pratique regularmente
Tente ler com seu filho todos os dias da semana. Pouco, mas frequentemente é a melhor estratégia. Os professores da escola têm um tempo limitado para ajudar individualmente a leitura dos alunos.

8. Converse com o pimpolho
Provalvemente seu filho tem um dia de leitura na escola (Se não tem, vá lá e faça com que tenha, ora). Sempre converse com ele e faça comentários positivos. Assim a criança vê que você está interessado em seu progresso e que você valoriza a leitura.

9. Fale sobre os livros
Ser um bom leitor é muito mais do que simplesmente ler palavras corretamente. O mais importante é entender e refletir sobre o que está lendo. Sempre fale com seu filho sobre o livro, sobre as figuras, sobre as personagens, como ele acha que vai ser o final da história, sua parte favorita etc. Assim você vai ver como está o entendimento dele e poderá ajudá-lo a desenvolver uma boa interpretação.

10. Varie sempre
Lembre que as crianças precisam experimentar vários materiais de leitura. Por exemplo, livros só de figuras, quadrinhos, revistas, poemas e até os jornais (mostre a ele a parte com palavras cruzadas e, claro, as tirinhas e charges)."



Não é lindo, e especial esse texto? Acho mega importante e lindo, desenvolver esse costume desde pequeninos!!!!



Ah!!tem algumas imagens que eu achei lindas, selecionei e as compatilharei tb...









12 DE MARÇO - DIA DO BIBLIOTECÁRIO

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12 de março - Dia do Bibliotecário!!!
Apesar de não conseguir uma oportunidade de trabalho, de atuação em minha área de formação. Devo felicitar os profissionais habilitados a essa função. 
Espero em Deus que haja uma oportunidade e que a agarre com força e determinação, e exerça a minha profissão, pois não me vejo atuando em qualquer outra função.
Que Deus me ajude!!!

Memórias de uma Gueixa - Leitura especial!!!

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Há dias atrás estive na biblioteca e escolhi esse livro para trazer, mesmo sendo um livro grande muitas páginas, mas é uma leitura que não conseguia parar, interromper e mesmo sendo longa a trajetória da protagonista eu amei, ri e chorei muitas vezes. E quase agora concluí a leitura desse livro impressionante e belo. Pois relata com preciosidades de detalhes o mundo das Gueixas, ícones da Cultura Japonesa que muito intriga e gera uma série de pré-conceitos. Mais uma mostra do poder de sedução e submissão das mulheres, que seguindo uma tradição se submetiam a situações irreconhecíveis pra nós ocidentais, mas que na ocasião era posição de honra e respeito, até cobiça por parte de outras mulheres.
Gueixas não são prostitutas, são mulheres japonesas que estudam a tradição milenar da arte da sedução, dança e canto, e se caracterizam distintamente pelos trajes e maquiagem tradicionais. Podem chegar a flertar, mas seus clientes sabem que não irá passar disso, e esse é o fato que muitos homens se encantam com a cultura de uma gueixa. No Japão a condição de Gueixa é cultural, simbólica repleta de status, delicadeza e tradição. Achei linda a história, a imersão em um mundo distinto e completamente diferente do que eu já li e a leitura foi fácil. Ainda não vi o filme, o que torna a leitura mais interessante em minha opinião.
Achei o livro incrível e recomendo!!!

Cidade alemã constrói biblioteca de R$ 196 milhões

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Publicado na revista PEGN
Arquitetura e design são apostas para atrair novas leitores
Da Redação
Com a popularização do ebook, as versões eletrônicas dos livros tendem a ganhar a preferência do público em relação às antigas folhas de papel. Entretanto, a nova Biblioteca Municipal de Stuttgart, na Alemanha, aposta em arquitetura e design para conquistar os leitores da cidade.
Projetada pelo arquiteto coreano Eun Young Yi, a nova biblioteca pode ser considerada um gigantesco centro de mídia, formado por nove andares repletos de livros nas mais variadas línguas.
A Biblioteca Municipal de Stuttgart custou aproximadamente 80 milhões de euros para ser construída, o equivalente a cerca de R$ 196 milhões.
Ficou bom, né...fala aí??kkkk


FONTE: http://www.livrosepessoas.com/2011/12/02/cidade-alema-constroi-biblioteca-de-r-196-milhoes/

No Rio Grande do Sul, grupo coloca biblioteca em ponto de ônibus

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         Achei esse texto interessante e resolvi compartilhar, trata de um item de primeira necessidade e que me essencial, livros e leitura, e a forma de disponibilizar esse bem para a sociedade, mesmo que de uma maneira diversa é muito válida!!!








Moradores de Porto Alegre são convidados a ler enquanto esperam transporte e a trocar suas obras com outras pessoas




          Escolher um livro interessante enquanto o ônibus não chega, pegá-lo emprestado não sem antes deixar um outro exemplar para um próximo passageiro, em uma “biblioteca” a céu aberto sem nenhum tipo de organização. Isso é possível desde dezembro em cinco pontos de ônibus de Porto Alegre. Funcionando como experiência e ainda encontrando barreiras, o projeto “Estante Pública” está testando o cuidado da população com sua própria cidade.

          A ideia nasceu em 2008, de forma experimental e com recursos do próprio grupo. Foram instaladas bibliotecas em cinco pontos de ônibus de Porto Alegre. Algumas mais bem sucedidas, outras menos. Em julho do ano passado, o coletivo Nômade conseguiu aprovar o projeto na Fundação Nacional de Artes (Funarte), do Ministério da Cultura, e em dezembro criaram cinco novas estantes na capital. Até abril, eles devem concluir um documentário sobre a experiência.
         “O documentário quer discutir quem se importa com a cidade. Levantar essa pergunta e fazer com que as pessoas pensem”, explica o psicólogo Daniel Caminha, um dos integrantes do grupo Nômade, ao lado do administrador Aron Litvin e do fotógrafo Danilo Christidis. “O projeto serve como um termômetro da gestão coletiva dos bairros”, complementa.
         Caracterizado como uma experiência de “participação coletiva e ocupação urbana”, a “Estante Pública” tem um funcionamento simples e preza pela falta de regras e de fiscalização. O grupo aproveitou a estrutura dos pontos de ônibus, utilizada normalmente para peças publicitárias, e, com a autorização da Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC)m fez as estantes de madeira compensada. O resto fica por conta dos moradores dos bairros e usuários do transporte coletivo, que podem pegar um livro emprestado ou disponibilizar um exemplar para que outras pessoas possam ler.
         “O livro é o artifício, o motivo da Estante. O objetivo é criar um espaço de convivência e trocas na cidade”, diz Caminha. Ele conta que algumas pessoas que moram em frente às estantes ajudam na organização, pedindo, por exemplo, que ninguém pegue um livro sem deixar outro. Algumas estantes já têm poucos livros e contam mais com revistas e jornais velhos. Outras já viraram alvo do vandalismo – agora, artistas plásticos estão sendo convidados a remodelar as estantes. Mas, para o Nômade, o que importa é a proposta feita aos moradores da cidade.
         “Dar ou não dar certo não vem ao caso. O importante é a reação que as pessoas têm ao receberem um voto de confiança de que aquilo foi feito para elas mesmas cuidarem”, afirma Caminha. O coletivo Nômade trabalha com o conceito de “transvenção” – ao contrário da “intervenção”, não trabalha necessariamente com o choque e a provocação, mas com um convite à colaboração.
         O grupo agora está convocando as pessoas a criarem estantes por conta própria. Segundo Daniel Caminha, eles já foram procurados por vereadores de Porto Alegre, que pretendem criar uma lei tornando as estantes públicas como um projeto cultural da cidade.

    Livro "Tomates verdes fritos"

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    Oi..Pessoas!!
    Ontem a noite, terminei de ler o livro "Tomates verdes fritos", e é simplesmente maravilhoso esse livro, fui dormir chorando...de tão emocionada fiquei, não é uma história triste, mas tocante.
    Entre outras coisas a história trata de amizade verdadeira, superação, carpe diem(aproveitar o dia como se fosse o último, pq um dia será), lembranças, memória, recordações, aceitação, senilidade, racismo, família e etc, é um livro muito amplo.
    Me fez lembrar das minhas memórias, de quem já passou pela minha vida e que de uma forma ou de outra não está mais, seja por morte, distancia ou indiferença.
    Me fez refletir que o que eu vivo hj serão as minhas próximas lembranças e que eu preciso me esforçar a cada dia para que sejam boas recordações, bons momentos a serem lembrados, e que num futuro as coisas não serão como são hj e que por isso merecem ser valorizadas e apreciadas ao máximo, me fez refletir sobre o quanto eu sou feliz, jamais devo reclamar de algo, pois certamente sentirei saudades da vida que eu vivo hoje e que saudade é um sentimento bom de sentir.
    Lendo esse livro senti o mesmo lendo a poetisa Cora Coralina.
    Certamente se outra pessoa ler essa história será tocada em outros aspectos e isso é que é interessante, a troca. Ano passado eu vi o filme, gostei bastante mas o livro é insuperável e agora preciso rever o filme, que será de uma forma diferente após a leitura.
    Bem é isso, leitura recomendada.
    "Tomates Verdes Fritos No café da Parada do Apito" de Annie Flagg.

    Olhem nos olhos das bibliotecárias

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    Oi..Pessoas!!!
    Esse texto tá bombando no Facebook, tá na página de todos os meus colegas bibliotecários e bibliotecárias. Parece grande, mas não é, bem ao menos não senti, pq é muito bonito e gostoso de ler. Tente. Vai gostar!


    Olhem nos olhos das bibliotecárias
    Ignácio de Loyola Brandão - O Estado de S.Paulo

    Apanhei o minissanduíche triangular de pão branco, macio, recheado com duas fatias, uma de queijo prato, outra de presunto, coloquei na boca. Desapareceram as centenas de bibliotecárias, emudeceu o som, sumiram os garçons que ocupavam o hall do Masp, apagou-se o coquetel e me vi no trem da Companhia Paulista com minha mãe desamarrando as pontas do guardanapo levemente úmido e tirando o lanche que tanto esperávamos, meu irmão Luis e eu. Farnel feito com capricho. Cada sanduíche envolto em papel impermeável que conservava o frescor do pão. Não existia papel de alumínio, o mundo era rudimentar e a indústria brasileira, incipiente. Um dia alguém há de escrever sobre como evoluímos nas pequenas coisas que nos trouxeram conforto. Na noite anterior, meu pai tinha chegado com o queijo, o presunto e o pão encomendado havia uma semana na padaria do Lima. Não existia pão de forma industrializado nem supermercados, encomendava-se nas padarias. Minha mãe limpava a mesa, colocava a toalha e preparava os sanduíches, pronta a segurar a mim e ao Luis, já que queríamos filar sorrateiramente uma fatia de presunto ou queijo. Era tudo contado. Gente remediada comia presunto somente em viagem ou quando adoecia.


    Aqueles momentos voltaram durante o coquetel servido no Masp, após a homenagem do Conselho Regional de Biblioteconomia a algumas pessoas que contribuíram para este mundo essencial na cultura de qualquer país, as bibliotecas. Apanhei o meu prêmio que leva o nome de Laura Russo, a mulher que conseguiu a regulamentação da profissão em 1962 e foi diretora da Mário de Andrade, biblioteca ícone em São Paulo. Na hora de agradecer, cada um tinha dois minutos, igual ao Oscar, mas, igual ao Oscar, cada um falou quanto quis, uns menos, outros mais. Lembrei as minhas bibliotecas. A primeira, a do meu pai, sempre por mim celebrada, enorme para a época, tratando-se de um ferroviário. Nela, líamos juntos, ele e eu. A segunda, a da escola de Lourdes Prada, em Araraquara, onde fui apresentado à clássica Coleção de Contos de Fadas do Mundo, da Editora Vecchi, abrindo meu mundo.

    Uma vizinha, Odete Malkomes, possuía O Tesouro da Juventude completo, mantido em uma estante fechada. Odete agia como uma espécie de bibliotecária, emprestava um volume por vez, verificava as condições do retorno, se o livro estava limpo, sem manchas, sem páginas arrancadas. Uma parente, Maria do Carmo Mendonça, tinha toda a Coleção Infantil Melhoramentos (adoraria rever aquele conjunto deslumbrante de cem livros), cujo número 1 foi O Patinho Feio. Maria do Carmo também era meio bibliotecária, emprestava, marcava o que emprestava, vigiava, pedia de volta numa data estipulada, sob pena de nunca mais emprestar, ameaça que me fazia tremer. Com ela aprendi a ler no prazo.

    Não me esqueci de Marcelo Manaia, que regeu a Mário de Andrade de Araraquara (lá também tem uma) por anos. Quando ele chegou, havia uma norma moralista que determinava: os livros "fortes" deviam ficar trancados, emprestados somente a maiores de idade. Entre os "fortes" estavam Jorge Amado e Pittigrilli. Pois Marcelo, filho de um italiano consertador de sanfonas, simples, intuitivo, espírito aberto, assumiu e liberou geral, entregava Jorge Amado às moçoilas e até indicava as páginas em que havia cenas picantes. Gerações inteiras leram todos os livros legíveis que ali existiam. Livros ilegíveis? Sim! Quem ia ler a coleção da Revista dos Tribunais, imensa, em "jurídiquês" hermético?

    Bibliotecas têm um cheiro especial, atmosfera própria, uma luz particular. Quanto às bibliotecárias, identifico-as pelo olhar. Olhem nos olhos delas, logo verão se gostam do que fazem. Elas têm viço, como se dizia. Levam uma chama nos olhos quando estão entre livros. Circulam pelos corredores entre estantes de modo desenvolto, em passos leves de dança. Por menor que seja a biblioteca pública, elas têm orgulho do que fazem, conhecem o papel que desempenham. Pena que ganhem tão pouco, lutem tanto para manter a dignidade e o sustento. Maria Cristina Barbosa de Almeida, agora à frente da Mário de Andrade de São Paulo - restaurada, refeita, revitalizada -, disse bem sobre a penúria das funcionárias, das gratificações que chegam atrasadas e em parcelas. Ela sintetizou a vida de bibliotecárias, que trabalham por amor aos livros, às literaturas e por nós, autores. Diante de uma bibliotecária devíamos nos curvar em reverência.

    Biblioteca, ah, bibliotecas. Encerrei semana passada em Itapeva um circuito de seis cidades, nas quais falei sobre as bibliotecas públicas. Passei por Itanhaém, Eldorado, Ilha Comprida, Cananeia, Apiaí, Itapeva. Plateias maiores e menores, no meio de livros, envolvidos pelo cheiro de papel velho e papel novo, nos reuníamos em conversas informais, mostrando que literatura é prazer, não uma coisa inacessível, como querem os acadêmicos. A Viagem Literária que fiz pela terceira vez é o programa que leva escritores para 70 cidades paulistas, num total de 350 eventos, com muitas falas, perguntas, fotos em celulares, cafezinhos, sucos, bolos, biscoitos e broas de milho feitas muitas vezes pelas próprias bibliotecárias. Ao voltar, a caminho de São Paulo, vim me lembrando de uma viagem, no tempo em que a TIM levava autores pelo interior de vários Estados. Programa que acabou, uma pena. Certa vez, em Monte Carmelo, Minas Gerais, ao visitar a biblioteca na hora do almoço, encontrei-a sob os cuidados de uma faxineira, que nada sabia da localização dos livros, de autores ou de quantos volumes havia. Fiquei desanimado, pô, uma faxineira? Que descaso! Arrependi-me de meu preconceito ao conversar com ela:

    - E a senhora gosta da biblioteca?

    - Adoro esta hora. Todo mundo sai para comer, fico sozinha, quietinha, não preciso lavar banheiros e salas. Apanho um livro, outro, acostumei a ler. É gostoso, saio voando, esqueço o mundo. Que nunca percebam que leio os livros, se não me tiram daqui.

    Não, não tirariam, o mundo não é ruim assim.

    Bebeteca?

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    "Bebeteca" é opção de biblioteca para crianças de até 3 anos
    Araçatuba
    Neila Storti

    neila.storti@folhadaregiao.com.br

    Contribuir para a formação de futuros leitores e incentivar um espaço de descobertas para crianças de zero a três anos é um dos projetos que podem ser desenvolvidos. Dentro de uma “bebeteca”, a biblioteca para os bebês. A bibliotecária e professora de educação infantil Cristiane de Paula Momesso Garcia Luiz apresentou esta ideia durante o curso sobre hemerotecas desenvolvido pelo Ler para Crescer. Ela reali-
    zou seu trabalho de conclusão de curso na Unesp (Universidade Estadual Paulista) discorrendo sobre o tema. A proposta é atender as crianças menores junto com os
    pais e ou acompanhantes proporcionando, de forma lúdica, um encontro agradável entre o mundo dos livros e o mundo das crianças, levando em consideração as necessidades e imaginação infantil. Segundo Cristiane, a “bebeteca” tem como objetivo principal permitir que pais e bebês vivenciem diversas formas de leitura e aprendizado, além de criar um vínculo direto com a literatura. "A "bebeteca" tem a capacidade de fomentar a curiosidade e formar cidadãos futuramente mais críticos”, afirma.

    ORIENTAÇÕES

    Para que o espaço seja compatível com seu público, a “bebeteca” deve ser um espaço de fácil acesso, com a segurança necessária para acolher os pequenos. Para o acervo é importante adquirir livros que agradem as crianças."Os adultos se esquecem de que quem tem que gostar dos livros são elas”, lembra a biblitoecária. A dica é verificar as novidades do mercado editorial e abastecer a “bebeteca” com um pouco de tudo. Livros com imagens do cotidiano e da realidade das crianças são interessantes. Cores e formas, animais, com textura e até cheirinho de frutas são atrativos. Um dos pontos mais importantes para que o projeto tenha sucesso é com relação aos cuidados com a manutenção, segurança e higienização do local. Além da limpeza diária para ficar livre do cheiro de pó, o ambiente deve estar sempre com todos os materiais esterilizados. "Pode-se adotar como parâmetro as metodologias de higienização e este-
    rilização das brinquedotecas, pois os materiais apresentam semelhanças, já que são livros de plástico, tecido, cartonados, entre outros. Para Cristiane, uma das ga-
    rantias desse trabalho é a contribuição para a educação. "Meu maior prazer é saber que os primeiros passos serão dados e que mais para frente os frutos irão render cidadãos fortificados pelo estudo em sociedade mais crítica", finaliza.

    Bem, falando de mim como bibliotecária, como leitora e tia acho suuper importante o incentivo a leitura desde bebê, tenho uma sobrinha a Sara, e ela começou a ganhar livros desde o primeiro aninho, e hj ela tem 5 anos, e ama ganhar livros, ama os livros que tem e se depender de mim, será viciada em leitura tanto quanto a tia....rsrsrs
    Quando ainda estava na graduaçao eu li um texto sobre as bibliotecas públicas americanas, falei sobre ele em um seminário e que deixou a todos bem impressionados, que saudades desse tempo, mas segundo o texto os bebês apartir de 7 meses, já são usuários cadastrados nas biliotecas e os pais são incentivados a frequentar e levar os pequenos, bem não sou muito fã da cultura norte-americana, mas acho esse um exemplo a seguir. Soube que na mais recente Bienal do Livro, havia a Biblioteca do Bebê, e que os pequenos ficavam bem a vontade entre a literatura, pois é um mundo lúdico, agradável, bonito, curioso e de aprendizado constante, por isso eles curtem e eu tb.

    ‎18 de Abril - Dia Nacional do Livro Infantil

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    Oi...Pessoas!!
    Como boa bibliotecária que sou, não poderia deixar de citar que hj, dia 18 de abril se comemora o Dia Internacional do Livro Infantil que tem uma total influência na vida de uma criança, e que eu amo literatura infanto-juvenil.
    O dia 18 de abril foi instituído como o dia nacional da literatura infantil, em homenagem à Monteiro Lobato.“Um país se faz com homens e com livros”. Essa frase criada por ele demonstra a valorização que o mesmo dava à leitura e sua forte influência no mundo literário.
    Monteiro Lobato foi um dos maiores autores da literatura infanto-juvenil, brasileira. Nascido em Taubaté, interior de São Paulo, em 18 de abril de 1882, iniciou sua carreira escrevendo contos para jornais estudantis. Em 1904 venceu o concurso literário do Centro Acadêmico XI de Agosto, época em que cursava a faculdade de direito.
    Como viveu um período de sua vida em fazendas, seus maiores sucessos fizeram referências à vida num sítio, assim criou o Jeca Tatu, um caipira muito preguiçoso.
    Depois criou a história “A Menina do Nariz Arrebitado”, que fez grande sucesso. Dando sequência a esses sucessos, montou a maior obra da literatura infanto-juvenil: O Sítio do Picapau Amarelo, que foi transformado em obra televisiva nos anos oitenta, sendo regravado no final dos anos noventa.
    Dentre seus principais personagens estão D. Benta, a avó; Emília, a boneca falante; Tia Nastácia, cozinheira e seus famosos bolinhos de chuva, Pedrinho e Narizinho, netos de D. Benta; Visconde de Sabugosa, o boneco feito de sabugo de milho, Tio Barnabé, o caseiro do sítio que contava vários “causos” às crianças; Rabicó, o porquinho cor de rosa; dentre vários outros que foram surgindo através das diferentes histórias. Quem não se lembra do Anjinho da asa quebrada que caiu do céu e viveu grandes aventuras no sítio?
    Dentre suas obras, Monteiro Lobato resgatou a imagem do homem da roça, apresentando personagens do folclore brasileiro, como o Saci Pererê, negrinho de uma perna só; a Cuca, uma jacaré muito malvada; e outros. Também enriqueceu suas obras com obras literárias da mitologia grega, bem como personagens do cinema (Walt Disney) e das histórias em quadrinhos.
    Na verdade, através de sua inteligência, mostrou para as crianças como é possível aprender através da brincadeira. Com o lançamento do livro “Emília no País da Gramática”, em 1934, mostrou assuntos como adjetivos, substantivos, sílabas, pronomes, verbos e vários outros. Além desse, criou ainda Aritmética da Emília, em 1935, com as mesmas intenções, porém com as brincadeiras se passando num pomar.
    Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade, no ano de 2002 foi criada uma Lei (10.402/02) que registrou o seu nascimento como data oficial da literatura infanto-juvenil.

    Por Jussara de Barros
    Graduada em Pedagogia
    Equipe Brasil Escola
    FONTE:http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-nacional-livro-infantil.htm

    Sexta-feira 13

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    Finalmente a sexta-feira chegou!!!
    E ainda é sexta-feira 13!!
    Pra mim não tem grandes significados, pois não me considero uma pessoa supersticiosa, mas respeito quem seja.
    E hj até que o dia tá agradável, e ainda ajudei uma amiga a resolver um impasse amoroso-sentimental.
    Bem tenho ficado ausente aqui do blog por um bom tempo, mas sempre dou uma breve olhada nos blogs alheios, vou prestar um concurso público e tenho me dedicado com afinco a estudar, atualizar os meus conhecimentos em minha área de formação: a biblioteconomia. E não tem sido tão fácil, pois estudar exige disciplina, dedicação, prioridade e com isso o blog, esteve em segundo plano.
    Mas os meus objetivos no que diz respeito á saúde e condicionamento físico, estética e tudo o mais, permanecem vivos. Ás vezes me alimento corretamente, por outras vezes me descontrolo, estou fazendo um tratamento de pele bem intenso, e estou tomando medicamentos bem fortes, e por causa disso evito tomar sol o máximo que eu posso, tenho caminhado à noite ao menos 3x/semana e pretendo iniciar a fazer hidroginástica, até investi num kit maiô e touca, mas pretendo começar neste novo projeto em setembro, pois a tal prova da UERJ será dia 22/ago e dia 27/ago pretendemos ir a SP e retornar rapidamente dia 29 e o mês findou-se.
    Setembro chega e lá vem chegando o verão, ops a primavera vem antes, mas aqui no Rio o verão não respeita muito, e o calor já é intenso, muito quente e tende a esquentar mais e mais...até os 45graus lá em janeiro, fevereiro.
    Antes de efetuar a inscrição para o tal concurso até terminei um dos meus projetos, meus bordados e olha como ficaram os meus quadrinhos. Um mimo!!!Modéstia a parte...rsrsrs
    Bem espero manter o controle no fim de semana e aproveitar!!!

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    Como bibliotecária e usuária assídua de bibliotecas públicas desde tempos remotos!!!
    Não poderia deixar passar em branco um dia tão importante para a leitura, leitores, bibliotecas e afins...O LIVRO INFANTIL!!!
    Como sei e recomendo esse hábito para todas as pessoas, todas as idades...a literatura infantil é muito importante...até antes da alfabetização, o incentivo a leitura é recomendado!!!
    Achei esse texto no facebook e o compartilharei!!!
    Ah!!tem algumas imagens que eu achei lindas, selecionei e as compatilharei tb...


    "Como pai (ou mãe), você é a pessoa que mais influencia na educação de seus filhos. Um dos seus (muitos) papeis é ajudá-los a aprenderem e a gostarem de ler.

    Aqui estão algumas sugestões sobre como você pode ajudar a tornar a leitura uma experiência positiva, desde cedo.

    1. Escolha uma hora bem calma
    Com as crianças, nós sabemos que há “horas calmas” e “horas agitadas”. Procure um lugar e uma hora calmos e sente-se com um livro. Dez a quinze minutos por dia é suficiente.

    2. Faça da leitura um prazer
    A leitura precisa ser algo prazeroso. Sente com seu filho. Tente não fazer pressão se ele ou ela estiverem indispostos. Se a criança perder interesse, faça algo diferente.


    3. Mantenha o fluxo
    Se ele pronunciar uma palavra errada, não interrompa imediatamente. Ao invés disso, dê a oportunidade para autocorreção. É melhor ensinar algumas palavras desconhecidas para manter o fluxo e o entendimento da frase do que insistir em fazê-lo pronunciar o som exato das letras.

    4. Seja positivo
    Se a criança diz algo quase certo no início de uma frase, tudo bem. Não diga “Não, está errado”, mas sim “Vamos ler isso aqui juntos” e dê ênfase às palavras quando pronunciá-las. Aumente a confiança da criança com dizeres positivos a cada pequena melhoria que ela conseguir. “– Muito bom! Você aprende rápido!” “– Certo! Você é muito inteligente” etc.

    5. Sucesso é a chave

    Pais ansiosos para que seus filhos progridam podem, erroneamente, dar livros muito difíceis. Isso pode causar o efeito oposto ao que eles estão esperando. Lembre-se “Nada faz tanto sucesso quanto o sucesso”. Até que seu filho tenha adquirido mais confiança, é melhor continuar com livros fáceis. Pressioná-lo com um livro com muitas palavras desconhecidas não vai ajudar, muito pelo contrário. Não haverá fluxo, o texto não vai ser entendido e provavelmente a criança vai se tornar relutante com a leitura. Então dê prioridade a livros de acordo com a faixa etária de seu filho. Há livros para crianças de 2 anos
    6. Visite a Biblioteca
    Encorage seu filho a retirar livros na biblioteca pública. Leve-o até lá e mostre, com calma, tudo que ele precisa.

    7. Pratique regularmente
    Tente ler com seu filho todos os dias da semana. Pouco, mas frequentemente é a melhor estratégia. Os professores da escola têm um tempo limitado para ajudar individualmente a leitura dos alunos.

    8. Converse com o pimpolho
    Provalvemente seu filho tem um dia de leitura na escola (Se não tem, vá lá e faça com que tenha, ora). Sempre converse com ele e faça comentários positivos. Assim a criança vê que você está interessado em seu progresso e que você valoriza a leitura.

    9. Fale sobre os livros
    Ser um bom leitor é muito mais do que simplesmente ler palavras corretamente. O mais importante é entender e refletir sobre o que está lendo. Sempre fale com seu filho sobre o livro, sobre as figuras, sobre as personagens, como ele acha que vai ser o final da história, sua parte favorita etc. Assim você vai ver como está o entendimento dele e poderá ajudá-lo a desenvolver uma boa interpretação.

    10. Varie sempre
    Lembre que as crianças precisam experimentar vários materiais de leitura. Por exemplo, livros só de figuras, quadrinhos, revistas, poemas e até os jornais (mostre a ele a parte com palavras cruzadas e, claro, as tirinhas e charges)."



    Não é lindo, e especial esse texto? Acho mega importante e lindo, desenvolver esse costume desde pequeninos!!!!



    Ah!!tem algumas imagens que eu achei lindas, selecionei e as compatilharei tb...









    12 DE MARÇO - DIA DO BIBLIOTECÁRIO


    12 de março - Dia do Bibliotecário!!!
    Apesar de não conseguir uma oportunidade de trabalho, de atuação em minha área de formação. Devo felicitar os profissionais habilitados a essa função. 
    Espero em Deus que haja uma oportunidade e que a agarre com força e determinação, e exerça a minha profissão, pois não me vejo atuando em qualquer outra função.
    Que Deus me ajude!!!

    Memórias de uma Gueixa - Leitura especial!!!




    Há dias atrás estive na biblioteca e escolhi esse livro para trazer, mesmo sendo um livro grande muitas páginas, mas é uma leitura que não conseguia parar, interromper e mesmo sendo longa a trajetória da protagonista eu amei, ri e chorei muitas vezes. E quase agora concluí a leitura desse livro impressionante e belo. Pois relata com preciosidades de detalhes o mundo das Gueixas, ícones da Cultura Japonesa que muito intriga e gera uma série de pré-conceitos. Mais uma mostra do poder de sedução e submissão das mulheres, que seguindo uma tradição se submetiam a situações irreconhecíveis pra nós ocidentais, mas que na ocasião era posição de honra e respeito, até cobiça por parte de outras mulheres.
    Gueixas não são prostitutas, são mulheres japonesas que estudam a tradição milenar da arte da sedução, dança e canto, e se caracterizam distintamente pelos trajes e maquiagem tradicionais. Podem chegar a flertar, mas seus clientes sabem que não irá passar disso, e esse é o fato que muitos homens se encantam com a cultura de uma gueixa. No Japão a condição de Gueixa é cultural, simbólica repleta de status, delicadeza e tradição. Achei linda a história, a imersão em um mundo distinto e completamente diferente do que eu já li e a leitura foi fácil. Ainda não vi o filme, o que torna a leitura mais interessante em minha opinião.
    Achei o livro incrível e recomendo!!!

    Cidade alemã constrói biblioteca de R$ 196 milhões


    Publicado na revista PEGN
    Arquitetura e design são apostas para atrair novas leitores
    Da Redação
    Com a popularização do ebook, as versões eletrônicas dos livros tendem a ganhar a preferência do público em relação às antigas folhas de papel. Entretanto, a nova Biblioteca Municipal de Stuttgart, na Alemanha, aposta em arquitetura e design para conquistar os leitores da cidade.
    Projetada pelo arquiteto coreano Eun Young Yi, a nova biblioteca pode ser considerada um gigantesco centro de mídia, formado por nove andares repletos de livros nas mais variadas línguas.
    A Biblioteca Municipal de Stuttgart custou aproximadamente 80 milhões de euros para ser construída, o equivalente a cerca de R$ 196 milhões.
    Ficou bom, né...fala aí??kkkk


    FONTE: http://www.livrosepessoas.com/2011/12/02/cidade-alema-constroi-biblioteca-de-r-196-milhoes/

    No Rio Grande do Sul, grupo coloca biblioteca em ponto de ônibus

             Achei esse texto interessante e resolvi compartilhar, trata de um item de primeira necessidade e que me essencial, livros e leitura, e a forma de disponibilizar esse bem para a sociedade, mesmo que de uma maneira diversa é muito válida!!!








    Moradores de Porto Alegre são convidados a ler enquanto esperam transporte e a trocar suas obras com outras pessoas




              Escolher um livro interessante enquanto o ônibus não chega, pegá-lo emprestado não sem antes deixar um outro exemplar para um próximo passageiro, em uma “biblioteca” a céu aberto sem nenhum tipo de organização. Isso é possível desde dezembro em cinco pontos de ônibus de Porto Alegre. Funcionando como experiência e ainda encontrando barreiras, o projeto “Estante Pública” está testando o cuidado da população com sua própria cidade.

              A ideia nasceu em 2008, de forma experimental e com recursos do próprio grupo. Foram instaladas bibliotecas em cinco pontos de ônibus de Porto Alegre. Algumas mais bem sucedidas, outras menos. Em julho do ano passado, o coletivo Nômade conseguiu aprovar o projeto na Fundação Nacional de Artes (Funarte), do Ministério da Cultura, e em dezembro criaram cinco novas estantes na capital. Até abril, eles devem concluir um documentário sobre a experiência.
             “O documentário quer discutir quem se importa com a cidade. Levantar essa pergunta e fazer com que as pessoas pensem”, explica o psicólogo Daniel Caminha, um dos integrantes do grupo Nômade, ao lado do administrador Aron Litvin e do fotógrafo Danilo Christidis. “O projeto serve como um termômetro da gestão coletiva dos bairros”, complementa.
             Caracterizado como uma experiência de “participação coletiva e ocupação urbana”, a “Estante Pública” tem um funcionamento simples e preza pela falta de regras e de fiscalização. O grupo aproveitou a estrutura dos pontos de ônibus, utilizada normalmente para peças publicitárias, e, com a autorização da Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC)m fez as estantes de madeira compensada. O resto fica por conta dos moradores dos bairros e usuários do transporte coletivo, que podem pegar um livro emprestado ou disponibilizar um exemplar para que outras pessoas possam ler.
             “O livro é o artifício, o motivo da Estante. O objetivo é criar um espaço de convivência e trocas na cidade”, diz Caminha. Ele conta que algumas pessoas que moram em frente às estantes ajudam na organização, pedindo, por exemplo, que ninguém pegue um livro sem deixar outro. Algumas estantes já têm poucos livros e contam mais com revistas e jornais velhos. Outras já viraram alvo do vandalismo – agora, artistas plásticos estão sendo convidados a remodelar as estantes. Mas, para o Nômade, o que importa é a proposta feita aos moradores da cidade.
             “Dar ou não dar certo não vem ao caso. O importante é a reação que as pessoas têm ao receberem um voto de confiança de que aquilo foi feito para elas mesmas cuidarem”, afirma Caminha. O coletivo Nômade trabalha com o conceito de “transvenção” – ao contrário da “intervenção”, não trabalha necessariamente com o choque e a provocação, mas com um convite à colaboração.
             O grupo agora está convocando as pessoas a criarem estantes por conta própria. Segundo Daniel Caminha, eles já foram procurados por vereadores de Porto Alegre, que pretendem criar uma lei tornando as estantes públicas como um projeto cultural da cidade.

      Livro "Tomates verdes fritos"


      Oi..Pessoas!!
      Ontem a noite, terminei de ler o livro "Tomates verdes fritos", e é simplesmente maravilhoso esse livro, fui dormir chorando...de tão emocionada fiquei, não é uma história triste, mas tocante.
      Entre outras coisas a história trata de amizade verdadeira, superação, carpe diem(aproveitar o dia como se fosse o último, pq um dia será), lembranças, memória, recordações, aceitação, senilidade, racismo, família e etc, é um livro muito amplo.
      Me fez lembrar das minhas memórias, de quem já passou pela minha vida e que de uma forma ou de outra não está mais, seja por morte, distancia ou indiferença.
      Me fez refletir que o que eu vivo hj serão as minhas próximas lembranças e que eu preciso me esforçar a cada dia para que sejam boas recordações, bons momentos a serem lembrados, e que num futuro as coisas não serão como são hj e que por isso merecem ser valorizadas e apreciadas ao máximo, me fez refletir sobre o quanto eu sou feliz, jamais devo reclamar de algo, pois certamente sentirei saudades da vida que eu vivo hoje e que saudade é um sentimento bom de sentir.
      Lendo esse livro senti o mesmo lendo a poetisa Cora Coralina.
      Certamente se outra pessoa ler essa história será tocada em outros aspectos e isso é que é interessante, a troca. Ano passado eu vi o filme, gostei bastante mas o livro é insuperável e agora preciso rever o filme, que será de uma forma diferente após a leitura.
      Bem é isso, leitura recomendada.
      "Tomates Verdes Fritos No café da Parada do Apito" de Annie Flagg.

      Olhem nos olhos das bibliotecárias

      Oi..Pessoas!!!
      Esse texto tá bombando no Facebook, tá na página de todos os meus colegas bibliotecários e bibliotecárias. Parece grande, mas não é, bem ao menos não senti, pq é muito bonito e gostoso de ler. Tente. Vai gostar!


      Olhem nos olhos das bibliotecárias
      Ignácio de Loyola Brandão - O Estado de S.Paulo

      Apanhei o minissanduíche triangular de pão branco, macio, recheado com duas fatias, uma de queijo prato, outra de presunto, coloquei na boca. Desapareceram as centenas de bibliotecárias, emudeceu o som, sumiram os garçons que ocupavam o hall do Masp, apagou-se o coquetel e me vi no trem da Companhia Paulista com minha mãe desamarrando as pontas do guardanapo levemente úmido e tirando o lanche que tanto esperávamos, meu irmão Luis e eu. Farnel feito com capricho. Cada sanduíche envolto em papel impermeável que conservava o frescor do pão. Não existia papel de alumínio, o mundo era rudimentar e a indústria brasileira, incipiente. Um dia alguém há de escrever sobre como evoluímos nas pequenas coisas que nos trouxeram conforto. Na noite anterior, meu pai tinha chegado com o queijo, o presunto e o pão encomendado havia uma semana na padaria do Lima. Não existia pão de forma industrializado nem supermercados, encomendava-se nas padarias. Minha mãe limpava a mesa, colocava a toalha e preparava os sanduíches, pronta a segurar a mim e ao Luis, já que queríamos filar sorrateiramente uma fatia de presunto ou queijo. Era tudo contado. Gente remediada comia presunto somente em viagem ou quando adoecia.


      Aqueles momentos voltaram durante o coquetel servido no Masp, após a homenagem do Conselho Regional de Biblioteconomia a algumas pessoas que contribuíram para este mundo essencial na cultura de qualquer país, as bibliotecas. Apanhei o meu prêmio que leva o nome de Laura Russo, a mulher que conseguiu a regulamentação da profissão em 1962 e foi diretora da Mário de Andrade, biblioteca ícone em São Paulo. Na hora de agradecer, cada um tinha dois minutos, igual ao Oscar, mas, igual ao Oscar, cada um falou quanto quis, uns menos, outros mais. Lembrei as minhas bibliotecas. A primeira, a do meu pai, sempre por mim celebrada, enorme para a época, tratando-se de um ferroviário. Nela, líamos juntos, ele e eu. A segunda, a da escola de Lourdes Prada, em Araraquara, onde fui apresentado à clássica Coleção de Contos de Fadas do Mundo, da Editora Vecchi, abrindo meu mundo.

      Uma vizinha, Odete Malkomes, possuía O Tesouro da Juventude completo, mantido em uma estante fechada. Odete agia como uma espécie de bibliotecária, emprestava um volume por vez, verificava as condições do retorno, se o livro estava limpo, sem manchas, sem páginas arrancadas. Uma parente, Maria do Carmo Mendonça, tinha toda a Coleção Infantil Melhoramentos (adoraria rever aquele conjunto deslumbrante de cem livros), cujo número 1 foi O Patinho Feio. Maria do Carmo também era meio bibliotecária, emprestava, marcava o que emprestava, vigiava, pedia de volta numa data estipulada, sob pena de nunca mais emprestar, ameaça que me fazia tremer. Com ela aprendi a ler no prazo.

      Não me esqueci de Marcelo Manaia, que regeu a Mário de Andrade de Araraquara (lá também tem uma) por anos. Quando ele chegou, havia uma norma moralista que determinava: os livros "fortes" deviam ficar trancados, emprestados somente a maiores de idade. Entre os "fortes" estavam Jorge Amado e Pittigrilli. Pois Marcelo, filho de um italiano consertador de sanfonas, simples, intuitivo, espírito aberto, assumiu e liberou geral, entregava Jorge Amado às moçoilas e até indicava as páginas em que havia cenas picantes. Gerações inteiras leram todos os livros legíveis que ali existiam. Livros ilegíveis? Sim! Quem ia ler a coleção da Revista dos Tribunais, imensa, em "jurídiquês" hermético?

      Bibliotecas têm um cheiro especial, atmosfera própria, uma luz particular. Quanto às bibliotecárias, identifico-as pelo olhar. Olhem nos olhos delas, logo verão se gostam do que fazem. Elas têm viço, como se dizia. Levam uma chama nos olhos quando estão entre livros. Circulam pelos corredores entre estantes de modo desenvolto, em passos leves de dança. Por menor que seja a biblioteca pública, elas têm orgulho do que fazem, conhecem o papel que desempenham. Pena que ganhem tão pouco, lutem tanto para manter a dignidade e o sustento. Maria Cristina Barbosa de Almeida, agora à frente da Mário de Andrade de São Paulo - restaurada, refeita, revitalizada -, disse bem sobre a penúria das funcionárias, das gratificações que chegam atrasadas e em parcelas. Ela sintetizou a vida de bibliotecárias, que trabalham por amor aos livros, às literaturas e por nós, autores. Diante de uma bibliotecária devíamos nos curvar em reverência.

      Biblioteca, ah, bibliotecas. Encerrei semana passada em Itapeva um circuito de seis cidades, nas quais falei sobre as bibliotecas públicas. Passei por Itanhaém, Eldorado, Ilha Comprida, Cananeia, Apiaí, Itapeva. Plateias maiores e menores, no meio de livros, envolvidos pelo cheiro de papel velho e papel novo, nos reuníamos em conversas informais, mostrando que literatura é prazer, não uma coisa inacessível, como querem os acadêmicos. A Viagem Literária que fiz pela terceira vez é o programa que leva escritores para 70 cidades paulistas, num total de 350 eventos, com muitas falas, perguntas, fotos em celulares, cafezinhos, sucos, bolos, biscoitos e broas de milho feitas muitas vezes pelas próprias bibliotecárias. Ao voltar, a caminho de São Paulo, vim me lembrando de uma viagem, no tempo em que a TIM levava autores pelo interior de vários Estados. Programa que acabou, uma pena. Certa vez, em Monte Carmelo, Minas Gerais, ao visitar a biblioteca na hora do almoço, encontrei-a sob os cuidados de uma faxineira, que nada sabia da localização dos livros, de autores ou de quantos volumes havia. Fiquei desanimado, pô, uma faxineira? Que descaso! Arrependi-me de meu preconceito ao conversar com ela:

      - E a senhora gosta da biblioteca?

      - Adoro esta hora. Todo mundo sai para comer, fico sozinha, quietinha, não preciso lavar banheiros e salas. Apanho um livro, outro, acostumei a ler. É gostoso, saio voando, esqueço o mundo. Que nunca percebam que leio os livros, se não me tiram daqui.

      Não, não tirariam, o mundo não é ruim assim.

      Bebeteca?


      "Bebeteca" é opção de biblioteca para crianças de até 3 anos
      Araçatuba
      Neila Storti

      neila.storti@folhadaregiao.com.br

      Contribuir para a formação de futuros leitores e incentivar um espaço de descobertas para crianças de zero a três anos é um dos projetos que podem ser desenvolvidos. Dentro de uma “bebeteca”, a biblioteca para os bebês. A bibliotecária e professora de educação infantil Cristiane de Paula Momesso Garcia Luiz apresentou esta ideia durante o curso sobre hemerotecas desenvolvido pelo Ler para Crescer. Ela reali-
      zou seu trabalho de conclusão de curso na Unesp (Universidade Estadual Paulista) discorrendo sobre o tema. A proposta é atender as crianças menores junto com os
      pais e ou acompanhantes proporcionando, de forma lúdica, um encontro agradável entre o mundo dos livros e o mundo das crianças, levando em consideração as necessidades e imaginação infantil. Segundo Cristiane, a “bebeteca” tem como objetivo principal permitir que pais e bebês vivenciem diversas formas de leitura e aprendizado, além de criar um vínculo direto com a literatura. "A "bebeteca" tem a capacidade de fomentar a curiosidade e formar cidadãos futuramente mais críticos”, afirma.

      ORIENTAÇÕES

      Para que o espaço seja compatível com seu público, a “bebeteca” deve ser um espaço de fácil acesso, com a segurança necessária para acolher os pequenos. Para o acervo é importante adquirir livros que agradem as crianças."Os adultos se esquecem de que quem tem que gostar dos livros são elas”, lembra a biblitoecária. A dica é verificar as novidades do mercado editorial e abastecer a “bebeteca” com um pouco de tudo. Livros com imagens do cotidiano e da realidade das crianças são interessantes. Cores e formas, animais, com textura e até cheirinho de frutas são atrativos. Um dos pontos mais importantes para que o projeto tenha sucesso é com relação aos cuidados com a manutenção, segurança e higienização do local. Além da limpeza diária para ficar livre do cheiro de pó, o ambiente deve estar sempre com todos os materiais esterilizados. "Pode-se adotar como parâmetro as metodologias de higienização e este-
      rilização das brinquedotecas, pois os materiais apresentam semelhanças, já que são livros de plástico, tecido, cartonados, entre outros. Para Cristiane, uma das ga-
      rantias desse trabalho é a contribuição para a educação. "Meu maior prazer é saber que os primeiros passos serão dados e que mais para frente os frutos irão render cidadãos fortificados pelo estudo em sociedade mais crítica", finaliza.

      Bem, falando de mim como bibliotecária, como leitora e tia acho suuper importante o incentivo a leitura desde bebê, tenho uma sobrinha a Sara, e ela começou a ganhar livros desde o primeiro aninho, e hj ela tem 5 anos, e ama ganhar livros, ama os livros que tem e se depender de mim, será viciada em leitura tanto quanto a tia....rsrsrs
      Quando ainda estava na graduaçao eu li um texto sobre as bibliotecas públicas americanas, falei sobre ele em um seminário e que deixou a todos bem impressionados, que saudades desse tempo, mas segundo o texto os bebês apartir de 7 meses, já são usuários cadastrados nas biliotecas e os pais são incentivados a frequentar e levar os pequenos, bem não sou muito fã da cultura norte-americana, mas acho esse um exemplo a seguir. Soube que na mais recente Bienal do Livro, havia a Biblioteca do Bebê, e que os pequenos ficavam bem a vontade entre a literatura, pois é um mundo lúdico, agradável, bonito, curioso e de aprendizado constante, por isso eles curtem e eu tb.

      ‎18 de Abril - Dia Nacional do Livro Infantil


      Oi...Pessoas!!
      Como boa bibliotecária que sou, não poderia deixar de citar que hj, dia 18 de abril se comemora o Dia Internacional do Livro Infantil que tem uma total influência na vida de uma criança, e que eu amo literatura infanto-juvenil.
      O dia 18 de abril foi instituído como o dia nacional da literatura infantil, em homenagem à Monteiro Lobato.“Um país se faz com homens e com livros”. Essa frase criada por ele demonstra a valorização que o mesmo dava à leitura e sua forte influência no mundo literário.
      Monteiro Lobato foi um dos maiores autores da literatura infanto-juvenil, brasileira. Nascido em Taubaté, interior de São Paulo, em 18 de abril de 1882, iniciou sua carreira escrevendo contos para jornais estudantis. Em 1904 venceu o concurso literário do Centro Acadêmico XI de Agosto, época em que cursava a faculdade de direito.
      Como viveu um período de sua vida em fazendas, seus maiores sucessos fizeram referências à vida num sítio, assim criou o Jeca Tatu, um caipira muito preguiçoso.
      Depois criou a história “A Menina do Nariz Arrebitado”, que fez grande sucesso. Dando sequência a esses sucessos, montou a maior obra da literatura infanto-juvenil: O Sítio do Picapau Amarelo, que foi transformado em obra televisiva nos anos oitenta, sendo regravado no final dos anos noventa.
      Dentre seus principais personagens estão D. Benta, a avó; Emília, a boneca falante; Tia Nastácia, cozinheira e seus famosos bolinhos de chuva, Pedrinho e Narizinho, netos de D. Benta; Visconde de Sabugosa, o boneco feito de sabugo de milho, Tio Barnabé, o caseiro do sítio que contava vários “causos” às crianças; Rabicó, o porquinho cor de rosa; dentre vários outros que foram surgindo através das diferentes histórias. Quem não se lembra do Anjinho da asa quebrada que caiu do céu e viveu grandes aventuras no sítio?
      Dentre suas obras, Monteiro Lobato resgatou a imagem do homem da roça, apresentando personagens do folclore brasileiro, como o Saci Pererê, negrinho de uma perna só; a Cuca, uma jacaré muito malvada; e outros. Também enriqueceu suas obras com obras literárias da mitologia grega, bem como personagens do cinema (Walt Disney) e das histórias em quadrinhos.
      Na verdade, através de sua inteligência, mostrou para as crianças como é possível aprender através da brincadeira. Com o lançamento do livro “Emília no País da Gramática”, em 1934, mostrou assuntos como adjetivos, substantivos, sílabas, pronomes, verbos e vários outros. Além desse, criou ainda Aritmética da Emília, em 1935, com as mesmas intenções, porém com as brincadeiras se passando num pomar.
      Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade, no ano de 2002 foi criada uma Lei (10.402/02) que registrou o seu nascimento como data oficial da literatura infanto-juvenil.

      Por Jussara de Barros
      Graduada em Pedagogia
      Equipe Brasil Escola
      FONTE:http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-nacional-livro-infantil.htm

      Sexta-feira 13


      Finalmente a sexta-feira chegou!!!
      E ainda é sexta-feira 13!!
      Pra mim não tem grandes significados, pois não me considero uma pessoa supersticiosa, mas respeito quem seja.
      E hj até que o dia tá agradável, e ainda ajudei uma amiga a resolver um impasse amoroso-sentimental.
      Bem tenho ficado ausente aqui do blog por um bom tempo, mas sempre dou uma breve olhada nos blogs alheios, vou prestar um concurso público e tenho me dedicado com afinco a estudar, atualizar os meus conhecimentos em minha área de formação: a biblioteconomia. E não tem sido tão fácil, pois estudar exige disciplina, dedicação, prioridade e com isso o blog, esteve em segundo plano.
      Mas os meus objetivos no que diz respeito á saúde e condicionamento físico, estética e tudo o mais, permanecem vivos. Ás vezes me alimento corretamente, por outras vezes me descontrolo, estou fazendo um tratamento de pele bem intenso, e estou tomando medicamentos bem fortes, e por causa disso evito tomar sol o máximo que eu posso, tenho caminhado à noite ao menos 3x/semana e pretendo iniciar a fazer hidroginástica, até investi num kit maiô e touca, mas pretendo começar neste novo projeto em setembro, pois a tal prova da UERJ será dia 22/ago e dia 27/ago pretendemos ir a SP e retornar rapidamente dia 29 e o mês findou-se.
      Setembro chega e lá vem chegando o verão, ops a primavera vem antes, mas aqui no Rio o verão não respeita muito, e o calor já é intenso, muito quente e tende a esquentar mais e mais...até os 45graus lá em janeiro, fevereiro.
      Antes de efetuar a inscrição para o tal concurso até terminei um dos meus projetos, meus bordados e olha como ficaram os meus quadrinhos. Um mimo!!!Modéstia a parte...rsrsrs
      Bem espero manter o controle no fim de semana e aproveitar!!!

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      Vania
      “…Aos olhos do Pai, eu sou uma obra-prima que Ele planejou e com suas próprias mãos pintou…A cor da minha pele, os meus cabelos desenhou,cada detalhe um toque de amor…Nunca deixo alguém dizer que não sou querida, antes de eu nascer, Deus sonhou comigo…” Minha versão. (Ana Paula Valadão) Sou uma pessoa muito feliz, e muito amada pelo meu Deus, pelo meu marido, minha família e meus amigos.
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